quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Entenda tumor que afeta o ator Reynaldo Gianecchini

Ontem, quarta-feira (10.08), recebemos a triste notícia de que Reynaldo Gianecchini, 38, internado no hospital Sírio-Libanês, em são Paulo, teve um linfoma detectado. Uma carta do ator fui divulgada pela Rede Globo: “Após ser internado com suposto sintoma de faringite, fui diagnosticado um linfoma não-Hodgkin. Estão sendo realizados novos exames para a especificação adequada.”


A Folha explicou o tumor que afeta Reynaldo:

As células de defesa - entre elas os linfócitos - contam com o sistema linfático para seu transporte e suas operações contra infecções. Os gânglios linfáticos são os locais desse sistema em que as células de defesa se acumulam em seu combate cotidiano.

Ao longo da vida do indivíduo podem ocorrer mutações no DNA dos linfócitos, levando à sua multiplicação desenfreada. Nesse caso, surge o linfoma, o câncer que se inicia a partir de um linfócito. Eles se dividem em dois grandes tipos, o linfoma de Hodgkin e um outro grande grupo de cânceres, o dos linfomas não-Hodgkin.

A incidência do linfoma não-Hodgkin, categoria com mais de 20 tipos de tumores, é mais comum em homens e aumenta progressivamente com a idade.

Em torno de 4 casos/100 mil indivíduos ocorrem em torno dos 20 anos de idade. A taxa de incidência aumenta dez vezes aos 60 anos e mais de 20 vezes após os 75 anos. Os casos da doença duplicaram nos últimos 25 anos. Com essa variedade grande de tumores, há linfomas não-Hodgkin de progressão muito lenta, enquanto outros têm ação muito rápida.

A quimioterapia, a radioterapia ou ambas podem ser usadas no tratamento. Elas matam todas as células em fase de multiplicação no corpo ou na parte atingida, diminuindo, assim, o crescimento do tumor.

“Estou pronto para a luta e conto com o carinho e o amor de todos vocês”, finalizou Gianecchini.